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“O interesse demonstrado por diversas entidades em assumirem uma posição de referência no BES indicia que é realizável uma solução privada para reforçar o capital. No limite, se necessário, está disponível a linha de recapitalização pública criada no âmbito do Programa de Assistência Económica e Financeira,  que poderá ser utilizada para suportar qualquer necessidade de capital de um banco português, no enquadramento legal relevante e em aplicação das regras de ajuda estatal. Em todo o caso, a solvência do BES e a segurança dos fundos confiados ao banco estão asseguradas». Comunicado do Banco de Portugal, 28 julho 2014

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O regulador «não antecipa um impacto relevante na posição de capital do BES resultante da situação financeira da subsidiária BESA”. O Banco de Portugal “espera que a situação desta filial seja clarificada no curto prazo e sem impacto material no BES». Esclarecimento do Banco de Portugal, 25 julho 2014.

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«A situação de solvabilidade do BES foi significativamente reforçada com o recente aumento de capital, o que deverá permitir absorver eventuais impactos negativos que resultem da materialização de riscos no ramo não financeiro do Grupo Espírito Santo” (GES), do qual o BES é o principal ativo. (…)  Atendendo ao plano apresentado pelo BES, considera-se que este banco possui mecanismos adequados para fazer face a um evento extremo, o que permitirá dar cumprimento aos níveis de solvabilidade exigidos, sem pôr em causa a continuidade da sua atividade e o seu papel de agente financiador da economia». Esclarecimento do Banco de Portugal, 25 julho 2014.

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«As interações preliminares entre o BES e bancos de investimento internacionais, assim como o interesse demonstrado por diversas entidades fundos de investimentoe bancos europeus) em assumir uma posição de referência no BES, indiciam que uma solução privada para reforçar o capital pode ser possível». Carlos Costa na audição parlamentar, 18 julho 2014.

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«O Banco de Portugal solicitou uma auditoria forense que confirme o cumprimento total de todas as determinações prudenciais de ‘ring-fencing’ emitidas relativamente às entidades não financeiras do GES. E determinou a realização de uma auditoria independente em acrescente à revisão da carteira de crédito. Destas duas auditorias, não teremos surpresas materiais financeiras, mas avaliações de comportamento da forma como foi gerido [o processo]» Carlos Costa na audição parlamentar, 18 julho 2014.