Dossier Submarinos: Parte II – A fraude fiscal dos arguidos da Escom/GES


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“(…) possibilidade da sua obtenção.” [fim da frase anterior]

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“(…)encontra-se ligado ao BES como administrador”. [fim da frase anterior]

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2 thoughts on “Dossier Submarinos: Parte II – A fraude fiscal dos arguidos da Escom/GES

  1. Bom, bate certo com o que Ricardo Salgado afirmou:

    Conselho Superior da família Espírito Santo 7 de Novembro de 2013

    Ricardo Salgado (RS) – Eu quero que saibam, eu não sei o que vai acontecer ao processo dos submarinos, mas em principio – parece, ainda não há a certeza que poderia ser arquivado. [O processo foi arquivado definitivamente um ano depois.]

    José Manuel Espírito Santo – OH Ricardo, já agora explica como é que foi o assunto desse recebimento da comissão da ESCOM.

    RS – O problema da ESCOM no caso dos submarinos é um problema, de facto, que é uma história complicada. Porque vocês sabem que a origem desta operação vem de alguém que trabalhava convosco na Santogal

    Voz não identificada – Era o Miguel Horta e Costa irmão do Luís

    RS – O Miguel Horta e Costa foi à ESCOM propor a operação. Nós ficámos, enfim, com uma impressão de que isto provavelmente não tinha pés para andar. E que, de qualquer forma, era uma operação pontual. O Banco [BES] com o Crédit Suisse, tinha organizado a operação de leasing para a compra dos submarinos e então a ESCOM dirigiu sempre a operação, sempre, desde A a Z, e só nos deu a informação pelo montante que nós recebemos. Vocês dizem: “Ah, mas vocês deveriam ter pedido mais elementos.”. Com certeza que nós queríamos mais elementos. E mais uma vez esteve lá o Luís Horta e Costa, que explicou que dos, eram 30 milhões

    Voz não identificada – que a ESCOM recebeu de comissões…

    RS – Teve de fazer uma redução de dois milhões imediatamente, porque o programa dos franceses estava mais barato, ficou em 28, depois teve encargos com aadvogados e mais não sei o quê, e pagamentos que eles fizeram por fora, mas garantiram-me que não tinham pago nada a ministros, alguns, acabaram por ficar com 20 milhões, deram-nos 5 a nós e eles quardaram 15.

    RS – E vocês têm todo o direito de perguntar: “Mas como é que aqueles três tipos receberam 15 milhões?” A informação que nós temos é que não é para eles, que há uma parte que não é para eles. Eu não sei se é ou não é, mas como hoje em dia só vejo aldrabões à nossa volta, os tipos garantem que há uma parte que tem de ser entregue a alguém em determinado dia.

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  2. Pingback: O Estado e o BES – alguns exemplos | Disto tudo

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